Quando falamos em doenças graves que afetam cães, gatos e até humanos, a raiva continua sendo uma das mais alarmantes, mesmo sendo 100% evitável. Apesar de parecer distante do dia a dia de muitos tutores, a raiva ainda é uma realidade no Brasil e a prevenção é uma medida essencial de saúde pública e de cuidado individual com os animais de estimação.
O que é a raiva?
A raiva é uma doença viral que afeta o sistema nervoso central de mamíferos. Causada por um vírus, ela atinge principalmente o cérebro e a medula espinhal, provocando sintomas neurológicos graves. É uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida dos animais para os seres humanos.
A principal forma de contágio é por meio da saliva de um animal infectado, geralmente por mordidas. Mas a transmissão também pode ocorrer por arranhões ou lambidas em feridas ou mucosas.
Cães, gatos, morcegos e outros mamíferos podem transmitir a doença. Por isso, mesmo pets que vivem dentro de casa precisam estar protegidos. Afinal, é comum, por exemplo, que morcegos entrem em residências.
Quais são os sintomas da raiva em pets?
Os sinais clínicos variam conforme a fase da doença, mas os mais comuns incluem:
- Mudanças repentinas de comportamento;
- Agressividade incomum;
- Salivação excessiva;
- Medo de água;
- Dificuldade para engolir;
- Apatia ou isolamento;
- Paralisia progressiva.
Ao notar qualquer um desses sinais, procure atendimento veterinário imediatamente.
Como prevenir?
A resposta é simples: vacinação anual.
A vacina antirrábica é segura, eficaz e a única forma de proteção contra a doença. Cães e gatos devem ser vacinados a partir dos 3 meses de idade, com reforços anuais. Manter a vacinação em dia é um gesto de amor e de responsabilidade. Você protege seu animal, sua família e contribui com a saúde pública.


